Colaborou José Carlos Nery

O programa da Record tem mais duas semanas pela frente. Vai entrar em seus momentos decisivos, o que, pela ordem natural das coisas, deve atrair uma atenção maior do público telespectador. A luz amarela na Globo tem toda uma razão de ser. Todos os erros precisam ser considerados, a começar pela decisão de apresentar um reality show quando a concorrente já tinha outro em exibição, no meio do caminho.
A Globo entrou com o seu programa achando que poderia esvaziar o produto da Record. E, convenhamos, se o “No limite” foi tirado do ar há 8 anos, porque naquela ocasião já não rendia o suficiente, o que trouxe de novo agora para que os resultados pudessem apresentar alguma diferença?
Nesta altura dos acontecimentos, não existe outra saída senão remediar o que está feito. Uma “operação de guerra” deve ser deflagrada, como promoções especiais, chamadas, participações inter programas e outros do gênero, para reequilibrar esse jogo ou, no mínimo, evitar resultados mais trágicos.




















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