Fonte: Cartão Vermelho TV
Dep. Federal Nelson Bornier (PMDB – RJ.)
Dois Deputados Federais da bancada do Rio de Janeiro votaram a favor da emenda Ibsen Pinheiro, e contra os interesses do estado do Rio, são eles Nelson Bornier (PMDB) e Dr. Adilson Soares (PR).
Ontem como noticiado em tempo real pelo Blog Cartão Vermelho (primeiro veículo de comunicação da Região dos Lagos a levar essa importante informação a você), a Emenda Ibsen Pinheiro (Projeto de Lei 5938/09 que prevê novos critérios de distribuição dos royalties do petróleo que já estão sendo explorados e que cria o regime de partilha para os blocos do pré-sal ainda não licitados.) foi aprovada.
A Emenda foi aprovada por 369 votos a favor, 72 votos contra e 2 abstenções, só que entre os 369 votos a favor se encontram os votos de Nelson Bornier e Dr. Adilson Soares, ambos alegam posteriormente terem se “equivocado” na hora de votar.
Gostaríamos de solicitar ao amigo leitor que não votem em quem se equivoca contra os nossos interesses.
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O Jornal O Globo publicou as “justificativas” atentem para os absurdos!
RIO – A bancada do Rio no Congresso não pôde contar com todos seus componentes na hora de tentar evitar o pior resultado para o Rio. Além de todos os votos a favor recebidos por dezenas de parlamentares de outros estados, a emenda Ibsen também foi favorecida pelo ‘fogo amigo’ de alguns parlamentares que, ao menos teoricamente, deveriam ter votado contra a emenda.
Seus votos não seriam suficientes para alterar o resultado final da votação, mas, em um tema capital para as finanças do Rio, chamou a atenção a ausência de quatro parlamentares fluminenses em plenário e um voto solitário a favor da emenda Ibsen. Esses cinco deputados receberam 421.496 votos, o equivalente a 5,23% dos votos válidos no estado. Ao contrário do Espírito Santo, que teve todos os seus dez deputados votando coesos, o Rio não conseguiu fechar a unanimidade dos seus 46 representantes.
- Todos foram convocados e a votação está marcada há mais de um mês. As pessoas têm que saber qual é a prioridade de seus mandatos – criticou o coordenador da bancada, deputado Hugo Leal (PSC).
O único voto convicto a favor da emenda entre a bancada foi o do deputado Doutor Adilson Soares (PR). Segundo colegas de bancada, o deputado, irmão do pastor Romildo Ribeiro Soares, RR Soares, da Igreja Internacional da Graça de Deus, alegou votar a favor do “interesse nacional”. Ele não estaria inclinado a tentar a reeleição este ano, pois, segundo colegas da Câmara, deve ser transferido pela igreja do irmão para atuar no Paraná.
Procurado pelo GLOBO, não retornou as ligações.
Cada um dos ausentes apresentou sua justificativa.
A deputada Marina Maggessi (PPS) explicou que foi a Brasília na semana apenas para votar contra a emenda Ibsen. Ficou na Câmara, mas, indignada com as acusações feitas ao governador Sérgio Cabral, diz que ficou muito nervosa e, diabética, sua glicose “subiu absurdamente”:
- Fui para casa tomar insulina e meu médico me mandou ficar. Mas acompanhei a votação pela televisão, com o coração doendo.
Rodrigo Maia está em seminário na Alemanha
Outra que não votou foi a deputada Suely (PR), uma das mais faltosas em 2009 – 19 ausências sem justificativa. Segundo sua assessoria, a parlamentar também passou a tarde na Câmara, mas pouco antes teve que sair por ter ocorrido “problemas de saúde com um sobrinho”. A deputada também não retornou as ligações.
A ausência mais notada foi a do deputado Rodrigo Maia (DEM), presidente do partido, que estava na Alemanha, participando de um seminário sobre o Brasil no pós-Lula.
O quarto ausente foi o deputado Vinícius Carvalho (PTdoB), que estava em uma missão da Marinha na Antártica, visitando a base brasileira. Carvalho viajou no dia 7 e volta nesta sexta-feira. Assessores não souberam dizer se Carvalho estava ciente da votação da emenda Ibsen.
O deputado Nelson Bornier (PMDB), cujo voto havia sido registrado como a favor da emenda, retificou imediatamente sua posição. Segundo ele, foi um erro do painel eletrônico.Na quinta-feira, a secretaria-geral da Câmara emitiu uma certidão confirmando o erro.

















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Se o deputado, posteriormente, modificou o seu voto votando a favor do Rio de janeiro. Porquê? Crucificá-lo.
A secretária geral da Câmara emitiu certidão confirmando o erro
O blog é muito bem estruturado.
cinco estrelas.