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Crivella sai em defesa dos servidores do INMET

Em apoio aos servidores do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), o senador Marcelo Crivella encaminhou nesta terça-feira (8), ofício ao ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadantereivindicando que a categoria seja incluída no Plano de Carreira da área de ciência e tecnologia.

No documento, o senador  ressalta que os servidores do INMET trabalham com uma das tecnologias mais modernas do mundo para fornecer à sociedade informações meteorológicas, gratuitas e em tempo real, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do País e na prevenção de calamidades naturais. Por isso, não pode ser desprezada do reconhecimento já feito a outras atividades similares.

“Estamos a falar de cerca de quinhentos e cinquenta funcionários, contingente pequeno, mas de importância vital para minimizar a ocorrência de eventos como o que se abateu sobre o Rio de Janeiro em 2011, a pior catástrofe natural da história deste País. Os servidores do INMET merecem tratamento igual aos demais integrantes das carreiras de ciência e tecnologia”, disse Crivella.

Em julho de 1993 foi sancionada a Lei 8.691, que trata dos Planos de Carreira para a área de ciência e tecnologia federal e os servidores do INMET não foram incluídos. Em 2012 foi sancionada a Lei 12.702 e novamente os servidores não foram contemplados no Plano de Carreira,passando a ter  direito apenas a uma gratificação, benefício esse que não será incorporado aos vencimentos daqueles servidores que se aposentarem nos próximos cinco anos.


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Crivella defende o uso de marcadores químicos nas munições de armas de fogo

Brasília (DF) – Com o objetivo solucionar os crimes e acabar com a impunidade, o senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) propôs projeto que defende o uso de marcadores nas munições das armas. Os marcadores são substâncias químicas que possuem corantes fluorescentes e não fluorescentes e só são vistos com a ajuda de luzes especiais.

Essas substâncias foram desenvolvidas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e serão adicionadas na pólvora, no estojo, e no projétil da arma. Isso ajudará a perícia obter informações sobre onde à munição foi fabricada, quando foi vendida e quem a comprou. É possível saber também o trajeto da bala.

“O marcador ficará no corpo da vítima, na arma e nas mãos do criminoso. O objetivo é minimizar o terrível problema da bala perdida, pondo fim à impunidade em inúmeros casos de crime contra a vida”, disse Crivella.

De acordo com o relatório publicado pelo Instituto de Segurança Pública do Rio de Janeiro no primeiro semestre de 2012 foram registradas 61 vítimas de “bala perdida”. Em comparação com o mesmo período em 2011 observou-se um aumento de 7%. Os dados indicam a capital como a região do estado com mais ocorrências, seguida da Baixada Fluminense e Niterói.

O projeto do senador prevê também que os marcadores sejam usados nas munições destinadas aos batalhões da Polícia Militar, às delegacias da Polícia Civil, aos clubes de tiro, às empresas de segurança privada, e às Forças Armadas.

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Crivella participa de Culto ecumênico que celebra 12 anos de paz em Angola

Reverendo enaltece contributo das igrejas para bem-estar das comunidades

*Imagem: Platina Line

Fonte: ANGOP – Agência Angola Press

Luanda – O secretário-geral da Igreja Evangélica de Angola (IEA), reverendo Filemon Buza, enalteceu nesta sexta-feira, em Luanda, o contributo das igrejas na pacificação dos espíritos, resgate dos valores morais, cívicos e éticos para o bem-estar das comunidades.

Em declarações à Angop, à margem do culto de acção de graças em alusão ao 12º aniversário da paz, o religioso disse que a igreja sempre desempenhou um papel preponderante na pacificação dos espíritos e na conquista dos valores morais e espirituais, mesmo na época do conflito armado.

Referiu que este facto permitiu que o Executivo Angolano realizasse e concretizasse diversos projectos e programas, sobretudo, nos domínios da saúde, educação e agricultura.

A propósito, realçou o apoio do Executivo às igrejas, sobretudo nas acções que visam o desenvolvimento do país, bem-estar das comunidades, inserção da unidade no seio das famílias e a busca dos valores morais e cívicos que pouco a pouco estão a acabar no seio da juventude.

“A paz é incomparável e insubstituível e merece cada vez mais a consolidação, porque só com ela será possível o surgimento do amor, paz de espírito, caridade, espírito de partilha e a construção de novas infra-estruturas no país e na província em particular”, disse.

O evento foi marcado por entoações de cânticos corais e orações de intercessão e durante o acto várias igrejas deram a sua contribuição, com hinos religiosos,entre as quais a Igreja Tocoísta, Igreja Evangélica de Angola (IEA), Igreja Kimbanguista, Igreja Evangélica Reformada de Angola (IERA) e a Igreja Evangélica Baptista de Angola (IEBA).

Canções de louvor de Guy Destino, Irmã Sofia e Bispo licenciado da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) e Senador da República do Brasil, Marcelo Crivela, que foram bastante aplaudidos, animaram o culto.

O acto contou com a presença do Presidente da República, José Eduardo dos Santos, da Assembleia Nacional, Fernando da Piedade Dias dos Santos, os  presidentes dos Tribunais Supremo e de Contas, Cristiano André e Julião António, respectivamente, o governador  de Luanda, Bento Bento, Deputados, membros doExecutivo, entre outras individualidades.

O culto contou com a presença de cerca de 40 mil fiéis, segundo a organização.


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Crivella, o político do peixe

Tribuna do Norte – JOÃO LYRA NETO 

 
O trabalho do ex-ministro da Pesca, Marcello Crivella foi, realmente, grande, em favor da pesca, no Sul e no Nordeste. Abriu caminho, o ex-ministro, para uma ampla base de apoio financeiro para o pescador, no que toca à aplicação de recursos. O Governo Federal decidiu ajudar como chamado “Plano Safra”. Isso deu a todos, a oportunidade da melhoria, e da necessária aquisição de meios praticados pelo pescador. Um levantamento para isso deve ter sido feito no seu projeto de ajuda.

O Nordeste, realmente, mereceu a prioridade em um problema dessa natureza, pelas condições precárias que ainda existiam. Para agilizar a situação o ex-ministro Marcello Crivella esteve em Natal empenhado na solução dos difíceis casos. Foi um trabalho incessante, provocando debates sobre a precária situação da pesca, no Rio Grande do Norte. Era o interesse do ex-ministro, dar uma solução, não só política aos problemas, como social e econômica. E, para isso, insistia em debates com os da área da pesca.

No Rio Grande do Norte, são notórias as reclamações da difícil situação que acontece com os que dependem dessa atividade. Com lucro ou não, o pescador, mesmo reclamando, continua levando o seu peixe para o mercad. O uso do barco e das redes, além de outros apetrechos necessários, são os fatores primordiais a uma boa pesca. Os recursos financeiros são evidentemente, as condições “sine qua non” para que qualquer entidade de pesqueira alcance bons resultados. Segundo tem se falado, a construção do “Terminal Pesqueiro” é um dos pontos altos que atenderá na solução e produção do pescado que, segundo divulgado, tem uma avaliação de 50 toneladas por ano.

O ex-ministro Marcello Crivella esteve empenhado na solução dos difíceis problemas que sempre atingiam o pescador. Tinha na sua administração, ou no seu trabalho, o apoio do presidente Dilma. E ai, se pergunta? Porque a mudança ou porque Crivella foi tirado do Ministério da Pesca? Isso é uma coisa comum em se tratando de decisões politicas.

Sobre a pesca, no Sul, o que temos visto, de uma maneira geral, é que gira em torno de toneladas e com exportação para diversos países. O salmão e o atum figuram como os principais na linha de pesca e exportação. O Sul aparece em primeiro lugar nessa atividade pesqueira usando, como se pode dizer, material altamente especializado.

Desse modo, e indiscutível, a influência do monstro, em tudo que se relaciona com essa prática. Sacrificado pela ação da seca, o Rio Grande do Norte precisa desenvolver essa atividade. Se existe uma classe desfavorecida é a do pescador, que luta com dificuldade para jogar sua rede. O que se pode desejar agora é esperar pelo que vai fazer o “Terminal do Peixe”.

No seu trabalho em favor da pesca, não se pode deixar de enaltecer a experiência do ex – ministro Crivella, especialmente, em nosso estado. Cabe, agora, ao pescador desenvolver com os recursos que lhe são atribuídos pelo Governo, estimular a pesca. Isso, pelo que o ex – ministro Crivella fez, ficou plantado na realização dos seus objetivos. O pescador, afinal, merecia isso Governo e do ex- ministro Marcello Crivella.

 


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Projeto de Crivella proíbe uso de cassetete de madeira por agente de segurança

 

Projeto de Crivella proíbe uso de cassetete de madeira por agente de segurança

Os agentes de segurança poderão ser proibidos de usar cassetete de madeira, bem como de portarem espadas, lanças ou arma perfurocortante congênere. Projeto de lei com essa finalidade, de autoria do senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), foi apresentado em 2009 e tramita na Câmara.

A proposta (PLS 256/05) determina que o cassetete seja de borracha, podendo ser também elétrico, desde que tenha baixa amperagem. A finalidade, explicou o autor, é evitar agressões graves aos cidadãos.

O projeto determina também que os policiais somente poderão utilizar os equipamentos em serviço e os órgãos policiais deverão manter livro especial para o registro das situações em que tenham acontecido lesões corporais graves em decorrência do uso do cassetete. Segundo a proposta, tal registro informará o motivo do incidente e deverá ser assinado por autoridade competente e juntado ao inquérito policial. A proposta prevê ainda que, na hipótese de o juiz ou os tribunais verificarem abuso no uso do equipamento, deverão encaminhar o processo ao Ministério Público, para apuração da responsabilidade penal.

Na justificação da proposta, Crivella citou episódio ocorrido em 2005, diante do Congresso Nacional, quando a Polícia Militar repeliu manifestação do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra com o uso de cassetetes de madeiras e espadas. Em sua avaliação, o uso de tais equipamentos constitui-se ato de violência, que podem ser configurados como crimes de abuso de poder e de autoridade, ante a desproporção entre o agravo e a resposta. A proposta, no entanto, permite o uso de espadas ou armas congêneres em solenidades e manifestações festivas em que sejam previstas.

*Com informações do site JusBrasil.