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Feliz Páscoa, Cristo ressuscitou!

 

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Mensagem de Páscoa – Salmo 22
[Ao mestre de canto, segundo a melodia “Corça da manhã”. Salmo de Davi]

22.1 Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? Por que se acham longe de minha salvação as palavras de meu bramido?

Essas palavras ditas por Davi, séculos antes de Cristo, representam o sacrifício que deu sentido a Páscoa. Seriam ditas por Jesus no momento extremo do Seu sacrifício na cruz do calvário, por voltas das 3 da tarde, pouco antes da Sua morte. Ele foi crucificado às 9 da manhã. Ele havia nos ensinado a orar dizendo Pai Nosso. Na cruz, representando nossos pecados, já não era Pai, mas Deus. Ali, pela primeira vez a Santíssima Trindade se separou e esse é o grande sacrifício do Senhor Jesus. Ficou só e só enfrentou a morte. Leia os versículos abaixo do Salmo profético de Davi que se cumpriria quase mil anos depois em todos os detalhes. Deve ser entendido como a oração que Jesus fez nas seis horas que sofreu na cruz.

22.2 Deus meu, clamo de dia, e não me respondes; também de noite, porém não tenho sossego.

22.3 Contudo, tu és santo, entronizado entre os louvores de Israel.

22.4 Nossos pais confiaram em ti; confiaram, e os livraste.

22.5 A ti clamaram e se livraram; confiaram em ti e não foram confundidos.

22.6 Mas eu sou verme e não homem; opróbrio dos homens e desprezado do povo.

22.7 Todos os que me vêem zombam de mim; afrouxam os lábios e meneiam a cabeça:

22.8 Confiou no SENHOR! Livre-o ele; salve-o, pois nele tem prazer.

22.9 Contudo, tu és quem me fez nascer; e me preservaste, estando eu ainda ao seio de minha mãe.

22.10 A ti me entreguei desde o meu nascimento; desde o ventre de minha mãe, tu és meu Deus.

22.11 Não te distancies de mim, porque a tribulação está próxima, e não há quem me acuda.

22.12 Muitos touros me cercam, fortes touros de Basã me rodeiam.

22.13 Contra mim abrem a boca, como faz o leão que despedaça e ruge.

22.14 Derramei-me como água, e todos os meus ossos se desconjuntaram; meu coração fez-se como cera, derreteu-se dentro de mim.

22.15 Secou-se o meu vigor, como um caco de barro, e a língua se me apega ao céu da boca; assim, me deitas no pó da morte.

22.16 Cães me cercam; uma súcia de malfeitores me rodeia; traspassaram-me as mãos e os pés.

22.17 Posso contar todos os meus ossos; eles me estão olhando e encarando em mim.

22.18 Repartem entre si as minhas vestes e sobre a minha túnica deitam
sortes.

Quando os soldados romanos no Calvário repartiram suas vestes, sem saber, cumpriam uma profecia bíblica de seculos atrás. Jesus, um dia antes no Getsemani, havia suado sangue e orado três vezes pedindo que Deus afastasse o cálice da morte. A morte espiritual. A separação da Santíssima Trindade. Pela primeira vez Jesus estava só. E só entrou no inferno e triunfou com o preço do Seu sangue em resgate das almas cativas por nele não haver qualquer pecado. Ele venceu a morte! Ele ressuscitou! E antes de subir ao Pai para receber a glória que lhe estava proposta antes da fundação do mundo consolou Maria Madalena, a que havia tido sete demônios e que chorava à porta do sepulcro. Nem no mundo inteiro caberiam os livros se fossemos escrever tudo que Ele fez por nós. A páscoa é a data desse grande amor. Jamais haverá outro igual. Ao nosso Salvador toda honra e toda glória pelos séculos dos séculos, amém!

Escrito pelo senador Marcelo Crivella


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Crivella repudia violência contra jovens no Rio

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 Nesta terça-feira (01), o senador Marcelo Crivella foi à tribuna do Senado Federal para repudiar o caso dos cincos jovens que foram assassinados em Costa Barros, no Rio de Janeiro, no último sábado. Os jovens voltavam por volta das 22h do Parque de Madureira, área de lazer onde comemoravam o primeiro emprego de um deles, quando o carro em que estavam foi atacado pelos PMs, que deram mais de 50 tiros.Em seu discurso, Crivella leu o artigo “Mais cinco vidas”, de Marcus Faustini, publicado nesta terça-feira, no jornal O Globo, sobre a violência policial contra jovens negros e pobres.

“O outro sentido do “Rio vivo” que morre com eles é o discurso e a promessa que o jovem pobre precisa, além de estudar, começar a vida trabalhando. Um deles havia começado a trabalhar no Programa Aprendiz, que dedica empregos a jovens menores de 18 anos. De que adianta trabalhar se ao comemorar seu primeiro salário você é alvo preferencial por estar com outros amigos negros dentro de um carro? Esses e outros discursos de potência da vida estão morrendo junto com eles,” questionou o autor do artigo.

Crivella destacou ainda a falta de segurança no estado. “As palavras marcam bem a vergonha pela qual passa a cidade do Rio de Janeiro, pelo assassinato de cinco jovens covardemente atingidos por uma polícia violenta, não na sua maioria, que discrimina negros, pobres e favelados,” destacou o senador, que enfatizou ainda que as ações dos policiais militares envolvidos neste caso não representam a maioria dos membros da instituição.

“Que esses policiais paguem. A população do Rio de Janeiro repudia, não aceita covardia contra os seus filhos, os mais humildes e inocentes”, finalizou o senador.

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@MCrivella é homenageado pela Direção do Hospital Federal de Bonsucesso

O senador Marcelo Crivella visitou, na manhã desta segunda-feira (21), a Unidade de Cirurgia Geral, o Pós-operatório, a Unidade de Transplante Renal e a Hemodiálise do Hospital Federal de Bonsucesso.
Na oportunidade, Crivella recebeu da Direção e dos pacientes uma homenagem por ter destinado emenda no valor de R$ 2.162.000,00 ao Hospital, e participou da comemoração dos 28 anos da AMORVIT-RJ (Associação de Movimentos dos Renais Vivos e Transplantados do Estado do Rio de Janeiro).
Com o recurso, o hospital irá adquirir equipamentos para diversos serviços e clínicas. Dentre estes materiais, estão os ecocardiógrafos para o serviço de pediatria e a UTI neonatal, bisturis eletrocirúrgicos para o centro cirúrgico, central de monitorização para CTI adulto, unidade pós-operatória, UTI neonatal e camas hospitalares para a clínica cirúrgica e a Unidade de Pós-operatório. O investimento proporcionará um avanço na qualidade dos serviços de saúde prestados pelo hospital à população.
“O Hospital Federal de Bonsucesso é um marco para o Rio de Janeiro e é preciso que os parlamentares tragam recursos para cá de suas emendas que serão bem aplicados. O Dr. Francisco Xavier, diretor-geral do Hospital, está cuidando da aplicação da emenda que destinei para melhorar o setor de cirurgia geral. Tem muita gente sofrendo com  problema de pedra na vesícula, de hérnia, de câncer e precisa operar o estômago, o intestino e esses recursos vão ajudar essas pessoas. A saúde no Rio de Janeiro precisa de ajuda dos parlamentares nas emendas e foi isso que eu fiz”, alertou Crivella.
O diretor-geral do hospital, Francisco Xavier agradeceu o empenho do senador Crivella na destinação de recursos para serem investidos em importantes unidades do HFB.“Nos deixa muito satisfeitos termos aqui a presença do senador com essa notícia da destinação da verba para o Hospital Federal de Bonsucesso. Serão aplicadas na cirurgia geral, na nefrologia, nos nossos pós-operatórios de cirurgia, e é de fundamental importância o apelo do senador, no sentido de outros parlamentares nos destinarem recursos que são extremamente necessários para uma área que perde bastante tempo para minimizar o tamanho das filas para cirurgia geral, de hérnia e de câncer. O nosso objetivo é sempre ver o paciente do SUS (Sistema Único de Saúde) ser melhor atendido”, revelou Xavier.
O senador destacou também que destinou recursos no valor de R$ 2 milhões para o Hospital do Fundão, R$ 2 milhões para o Hospital Federal do Andaraí e R$ 2 milhões para o Hospital Universitário Graffrée e Guinle. “Essas emendas já tem até aprovação anterior à apresentação, porque o Ministério do Planejamento e o ministro da Saúde sabem muito bem a necessidade que o Rio de Janeiro tem de aplicar recursos na área da saúde. É um cobertor curto, de tal maneira que nós temos que fazer os projetos e não podemos perder prazo. O Hospital do Fundão apresentou e o Hospital Federal de Bonsucesso também. Vocês estão de parabéns porque os recursos vão chegar e vão chegar já esse ano. Vai abrir o orçamento, nós vamos empenhar e vocês vão poder comprar os equipamentos que forem necessários, terminar as obras e fazer o que precisa ser feito em favor do nosso povo. O Hospital de Bonsucesso é um colosso e nós não podemos, sob hipótese nenhuma, deixar de prestar toda a assistência necessária para que ele continue sendo essa referência para a população do Rio de Janeiro”, ressaltou. 
Estavam presentes à solenidade, a coordenadora assistencial do Departamento de Gestão dos Hospitalar do Estado do Rio de Janeiro, Dra. Sonia Capelão; o presidente da Amorvit-RJ, Sr. Roque Pereira, o presidente do Corpo Clínico, Dr. Baltazar Fernandes, o diretor assistencial, Dr. Zamagna, o diretor do Sindicato dos Médicos do Município do Rio de Janeiro, Dr. Julio Noronha; a diretora de Enfermagem, Dra Solange Almeida; os médicos Dr. Mauro Edson, e Dr. Andre Quirino, além da deputada Tia Ju e da vereadora Tania Bastos.
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Defesadosevangelicos

ARTIGO publicado no Jornal FOLHA DE SÃO PAULO

HTTP://WWW1.FOLHA.UOL.COM.BR/OPINIAO/2015/08/1674058-PRECONCEITO-RELIGIOSO.SHTML

Transcrição 

MARCELO CRIVELLA

Preconceito religioso

27/08/2015 

Há cerca de um ano a imprensa noticia com destaque a chamada Operação Lava Jato, conduzida pela Justiça Federal e pelo Ministério Público. Como se sabe, trata-se de um hediondo conjunto de casos de corrupção que envolve funcionários, empresários, políticos e seus chamados “operadores”, tendo a Petrobras como principal vítima. A repetição das decisões judiciais e das operações policiais é exaustiva.

Esse noticiário incessante estigmatiza o Brasil de país essencialmente corrupto, com instituições displicentes, despreparadas, incompetentes e, talvez, coniventes. Para manter a atenção da população, parte da imprensa brasileira eleva o tom, o que lhe faz correr o risco de resvalar para a intolerância, a truculência e as insinuações.

A quem interessa generalizar de modo irresponsável nossas mazelas e infortúnios, lançando a classe política na vala comum, levando o povo a descrer de todos os seus líderes e até mesmo de se envergonhar de ser brasileiro?

Sou um político ficha limpa, mas não consigo me empolgar com a desgraça alheia, tampouco crescer subindo nas costas dos outros.

Essa máquina de moer reputações acaba de envolver a igreja Assembleia de Deus na Operação Lava Jato por ter, supostamente, recebido propina. Estamos diante, mais uma vez, de um primitivo sentimento antirreligioso contra evangélicos.

Entre as pessoas comprovadamente envolvidas nos crimes, há praticantes das mais diversas religiões, sem que isso –felizmente– tenha sido objeto de interesse. As igrejas que eles frequentam –felizmente– nunca foram objeto de interesse jornalístico.

No caso de um personagem evangélico, porém, foram publicados o nome e a fotografia da igreja, assim como a identidade de seus dirigentes. Repórteres fizeram plantão em frente a um local de culto.

O motivo alegado para tal ato: a conta dessa igreja recebeu dinheiro de uma empresa investigada no escândalo. Alto lá! A doação é de 2012 e à época ninguém cogitava os escândalos apurados pela Operação Lava Jato. Mas não importa que ninguém soubesse que a oferta poderia ter relação com algum crime.

A própria informação, aliás, é inverossímil: por que alguém tentaria “lavar” dinheiro por meio de uma igreja que não contrata consultorias, palestras e serviços afins? Como se daria essa triangulação?

As doações foram feitas em 31 de agosto de 2012. Teriam sido usadas para a compra de votos em favor de um deputado. Naquele ano, porém, o deputado não disputou eleição alguma. A igreja não sabia que o doador poderia estar envolvido em negócios escusos nem recebeu recursos em troca de apoio eleitoral.

O último Censo do IBGE, de 2010, mostrou que Assembleia de Deus tinha naquele ano 12 milhões de membros espalhados pelo território brasileiro. São dezenas de milhares de templos e centenas de milhares de pastores, diáconos e obreiros. Não é justo atingi-los, na figura de seus líderes. Nenhum deles sabia nada sobre o preço de navios-sonda coreanos superfaturados encomendados pela Petrobras.

Acusações apressadas e descabidas se tornam avalanche de infâmia e calúnia, detratando a honra de inocentes e estraçalhando o mais sagrado dos direitos, o respeito à dignidade da pessoa humana.

MARCELO CRIVELLA, 57, bispo licenciado da igreja Universal do Reino de Deus, é senador pelo PRB-RJ. Foi ministro da Pesca e Aquicultura (governo Dilma)


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HIPOCRISIA

Certa vez o Senhor Jesus chamou os religiosos de hipócritas.  É um termo muito forte, mas muito corriqueiro.  Vemos por todo o Brasil manifestações contra a corrupção, que é coisa hedionda e precisa ser combatida.  Contudo, precisamos ser humildes para primeiro tirar a trave de nossos olhos para depois tirar o argueiro do outro.  Se cada um de nós fizesse o que é certo, daríamos uma grande contribuição para o nosso país.  Talvez você se sinta ofendido e diga que jamais cometeu qualquer tipo de corrupção.  Então vejamos.
1) Quando não se declara na alfandega algum produto que deveria ser declarado, está-se sonegando imposto.
2) Quando um atestado médico falso é entregue para justificar uma falta no trabalho, está-se cometendo o crime da fraude
3) Quando se assiste a um DVD pirata ou adquire-se um programa de computador pirata, comete-se um crime.
4) Quando se ultrapassa o limite de velocidade, fura-se um sinal vermelho ou paramos em local proibido, estamos infringindo a lei.

Temos em nosso país a cultura da ” Lei do Gérson”, de tirar vantagem em tudo.  Lembro da época em que meu marido servia ao quartel e algumas esposas de oficiais vinham se gabar de terem passado a perna no feirante, ao trazer para casa 14 laranjas ao invés de uma dúzia!!!

Talvez você diga que nunca cometeu nenhum dos delitos acima e isso é muito louvável, mas a Bíblia diz que não há um justo sequer e que todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus.  Quando um homem olha para uma mulher com malícia (e vice versa), diz a Bíblia que tal pessoa cometeu adultério em seu coração. Pecado também é corrupção.  Um coração corrupto armazena mágoas, invejas, ódios…. Uma mente corrupta maquina o mal, arquiteta fofocas e tem pensamentos escusos. Uma mentira “branca” também é engano.

O Senhor Jesus certa vez  foi colocado à prova quando os fariseus lhe trouxeram uma mulher pega em flagrante adultério.  Segundo a Lei Mosaica aquela mulher deveria ter sido apedrejada, mas o Mestre do Amor, conhecedor da natureza humana, disse que atirasse a primeira pedra quem não tivesse pecado.  Um a um daqueles acusadores, acusados por suas consciências, saiu envergonhado. E aí vem a mais estupenda afirmação de amor Daquele que era o único que poderia jogar uma pedra. ” Nem eu tampouco te condeno.  Vai e não peques mais.”

Hoje queremos jogar pedras no governo e nos governantes, mas não queremos que nossos erros venham à luz.  Para construirmos um país forte e próspero, precisamos ensinar pelo exemplo.  Se justificamos nossos erros por causa dos erros de nossos líderes, caimos num ciclo vicioso que fortalece o status quo.

Sylvia Jane Crivella 

Deus abençoe!


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Em Niterói, Crivella debate com o setor a crise na indústria naval

O senador Marcelo Crivella participou, na manhã desta nesta sexta-feira (07), em Niterói, do Fórum de Debate sobre a Crise na Indústria Naval promovido pela Associação Conselho Empresarial Naval – Offshore e Serviços de Niterói (Asscenon). No evento, foram discutidos e avaliados os graves problemas que hoje afetam diretamente as áreas de construção e reparo tanto naval quanto offshore e de serviços nos municípios de Niterói e São Gonçalo. Também foram destacadas as dificuldades existentes com ênfase no maior problema para o setor: a dragagem.
Participaram do Fórum o Sr. Elizio Fonseca, presidente da Asscenom; o Dr. Mauricio Almeida, representando o estaleiro Mac Laren; o Sr. Fabiano Gonçalves, secretário municipal de Desenvolvimento Econômico; Sr. Edson Rocha, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos; Sr. Domenico Accetta, diretor-adjunto do Instituto Nacional de Pesquisas Hidroviárias; Sr. Paulo Cunha, representante do Instituto Estadual do Ambiente (INEA); e Sra. Maria Cristina, subsecretária de Indústria Naval de Niterói.

 

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